Avança a digitalização no setor de seguros

O setor de seguros entrou de vez no mundo digital, com a nova geração de aplicações online e multidispositivos que não só facilitam a comercialização do produto ao consumidor de varejo, como também a comercialização de apólices mais elaboradas e a gestão de ganhos e carteiras de clientes pelos corretores.

Uma das mudanças recentes introduzidas pelo aperfeiçoamento da tecnologia é a possibilidade de permitir a venda de apólices de seguros em qualquer parte do país, pela internet, condição que vem permitindo a corretores independentes gerir carteiras cada vez maiores de clientes, atender diferentes necessidades de proteção, participando de um mercado ampliado que não se restringe mais ao território de atuação tradicional.

Essa nova realidade, mais competitiva, do varejo eletrônico de seguros fez com que a canadense FairFaix Brasil (FF Seguros) aperfeiçoasse seus canais digitais com a nova plataforma FF ORBI, lançada em abril último. Desenvolvida pela área de Tecnologia e Inovação da companhia, a FF ORBI já chega ao mercado com um portfólio amplo de produtos de seguro, desde as tradicionais proteções automotivas, residenciais e industriais, até seguros de responsabilidade civil profissional, que protege profissionais liberais como médicos, dentistas e advogados de eventuais danos relacionados ao exercício da profissão, segmento que é a aposta da empresa canadense para se diferenciar no mercado brasileiro.


De acordo com o presidente da FF Seguros, Bruno Camargo, a penetração do seguro de responsabilidade civil ainda é baixa no país, pelo desconhecimento dos profissionais liberais brasleiros acerca dos benefícios desse tipo de proteção. Segundo o executivo, a empresa conta com os corretores brasileiros para sensibilizar esse público acerca da importância da atuação profissional protegida e alavancar vendas. “O corretor de seguro é o especialista apto a identificar riscos que muitos desses profissionais sequer imaginam poder ocorrer e impactar severamente seu negócio. Da mesma forma, é o corretor o profissional apto a selecionar, personalizar e oferecer a proteção para cada necessidade”, declara.

Ainda segundo o executivo, outro fator que deixa claro o potencial desse segmento são as crescentes taxas de formação de novos profissionais de atuação liberal no país. O Ministério da Saúde, por exemplo, estima que o número atual de 500 mil médicos em atividade no Brasil salte para 800 mil até 2030. O Conselho Federal de Odontologia também estima que o contingente de 312 mil dentistas atuantes no Brasil receba todos os anos um incremento de 15 mil novos profissionais recém-egressos do ensino superior.

Se o desafio é justamente sensibilizar esse imenso contingente de profissionais para os benefícios da proteção de responsabilidade civil, o presidente da FF seguros espera que ao menos a tecnologia facilite a tarefa do corretor de seguros na empreitada e na prospecção de clientes. Segundo Bruno Camargo, a plataforma FF ORBI conta com uma série de inovações nesse sentido.

A mais importante delas, afirma o executivo, é a simplificação do processo de cadastramento de corretores independentes e escritórios de corretagem , estimados respectivamente pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) em 112 mil profissionais e 50 mil empresas em todas as regiões do Brasil. “Na primeira fase do lançamento, nossa meta é justamente mostrar aos corretores e empresas de corretagem os benefícios de cotar conosco”, diz Camargo.

A plataforma também permite a cotação instantânea de apólices, emissão de apólices sem nenhuma etapa analógica, tudo em poucos minutos e disponibilização de inteligência de performance ao corretor, como projeção de rentabilidade das operações, volume diário, semanal e mensal de vendas, simulador de ganho de comissões, campanhas promocionais e sistema de pontuação e prêmios.

“Uma das principais bandeiras da FF Seguros é ajudar especialmente os pequenos e médios corretores a estruturar operações que lhes permitam crescer por meio de uma parceria conosco, tudo pela plataforma digital”, sintetiza o presidente da empresa.

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