Abrasel-RMC considera “toque de recolher” estadual melhor que o de Campinas

     Abrasel-RMC considera “toque de recolher” estadual melhor que o de Campinas

    A nova medida para restringir a circulação de pessoas nas ruas entre 23h e 6h, com o objetivo de controlar a pandemia, foi vista como assertiva pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da Região Metropolitana de Campinas (Abrasel RMC).

    A entidade vê a ação estadual melhor do que a Fase Vermelha adotada por Campinas para evitar aglomerações em estabelecimentos e coibir as festas clandestinas.

    Após o anuncio feito no inicio desta tarde, a Abrasel RMC já encaminhou pedido para a administração municipal, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, para que o decreto de Campinas, hoje mais restritivo – fechamento de todo o comércio às 20h – seja revisto e alinhado com o Plano São Paulo.


    Paralelamente, a entidade solicitou à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, em reunião na última segunda-feira, o parcelamento das dívidas de bares e restaurantes junto à Sanasa.

    Também foi solicitada a redução proporcional das dívidas de 2020, levando-se em conta o período que o setor ficou fechado, com faturamento restringido.

    Esta medida visa reduzir os prejuízos e o reequilíbrio dos estabelecimentos.

    A Abrasel RMC também encaminhou oficio à Câmara Municipal de Campinas, através do vereador Arnaldo Salvetti, e a seis prefeituras da RMC (Campinas, Americana, Indaiatuba, Sumaré, Valinhos e Vinhedo), solicitando a implantação do Projeto Ruas, semelhante ao adotado no inicio deste mês na Capital paulista, além de várias cidades dos Estados Unidos.

    A ideia é que as administrações municipais liberem calçadas em frente aos bares e estacionamentos, para uso de cadeiras e mesas.

    “A Abrasel RMC entende que esta medida é essencial para viabilizar a recuperação do setor de bares e restaurantes, garantindo atendimento seguro e com distanciamento aos clientes, garantindo a sobrevivência das empresas e a manutenção e recontratação dos trabalhadores”, explica Matheus Mason, presidente da Abrasel RMC.

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