Annabelle fugiu do museu? História assusta internautas

 Annabelle fugiu do museu? História assusta internautas

Um boato assustou e divertiu internautas nesta sexta-feira. A boneca Annabelle, do filme “Invocação do Mal”, “fugiu” do museu onde está guardada, nos Estados Unidos.

A história, claro, não passou de uma fake news que agitou o Twitter.

A brincadeira começou uma notícia falsa de que Annabelle teria fugido do Museu Oculto dos Warren, em Connecticut, nos Estados Unidos.


A fake news ganhou mais força porque usuários lembraram de um vídeo publicado pela a produtora de “Invocação do Mal”.

A Warner Bros fez uma brincadeira com a vida de Annabelle durante a pandemia do coronavírus.

O vídeo mostrava a boneca macabra tentando passar o tempo enquanto permanecia sozinha nos estúdios da Warner, em Los Angeles. No final, ela aparecia deixando o local, claro que devidamente protegida com uma máscara,

Annabelle

A boneca que aparece no vídeo e nos filmes, porém, é bem diferente da Annabelle real que inspirou as histórias.

Ela é uma grande boneca de pano, muito menos assustadora, do tipo “raggedy ann” – esse estilo de boneca tem os cabelos de lã vermelha e o nariz desenhado, triangular; sendo inspirado em uma personagem criada pelo escritor de livros infantis Johnny Gruelle.

A raggedy ann em questão pertencia a uma estudante de enfermagem, que pediu socorro ao famoso casal Ed e Lorraine Warren quando, segundo ela, a boneca começou a se comportar de modo estranho, aparentemente se movendo sozinha pela casa. Ed e Lorraine Warren investigavam casos de assombração, e inspiraram a série de filmes Invocação do Mal, que vai ganhar um terceiro longa em 2021.

Embora Ed tenha morrido em 2006, e Lorraine em 2019, o museu organizado pelos dois continua sendo administrado pelo filho do casal.

No local, fundado em 1952 em Connecticut, ficam guardados todo tipo de objetos supostamente assombrados ou amaldiçoados encontrados pelos Lorraine em suas missões. E Annabelle não fugiu: permanece lá, lacrada dentro de uma caixa de vidro, desde 1968.

Fonte: Aventuras na História / UOL

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