Atividades voluntárias contribuem para o bem da sociedade e enriquecem o currículo

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É de conhecimento geral que atividades voluntárias contribuem para o bem comum da sociedade. O que algumas pessoas certamente não sabem é que ser voluntário ajuda a desenvolver o autoconhecimento, uma habilidade que contribui para descobrir qual o caminho profissional que deseja seguir. O voluntariado é extremamente significativo para solidificação de valores, propósitos e discernimento de um projeto de vida. Além disso, uma pesquisa divulgada pela Forbes avaliou que pessoas que realizam trabalho voluntário têm 27% mais chances de conseguir uma vaga de emprego.

Quando atua como voluntário, o jovem tem a oportunidade de vivenciar diversas competências que são valorizadas pelo mercado de trabalho. “Pode-se destacar a sensibilidade, a empatia, o trabalho em grupo, a autoconfiança e o senso crítico”, ressalta o pastoralista do Colégio Marista Santa Maria, Douglas Rocha Paixão.

Os benefícios da atividade voluntária são extensos e afetam cada pessoa de diferentes formas. Mas algo que enriquece a experiência de vida de todos os indivíduos é a oportunidade de exercer a cidadania de forma genuína, cultivando habilidades como solidariedade e senso de comunidade. Essas características favorecem a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

A atividade voluntária insere o jovem em espaços diferentes do que está acostumado a frequentar, ampliando a sua visão de mundo, além de proporcionar experiências que geram reflexões sobre as distintas realidades sociais. Com isso, é possível expandir relacionamentos interpessoais, espiritualidade e valores. “O jovem voluntário é protagonista de um processo de desenvolvimento e amadurecimento”, destaca Douglas.

Existem muitos locais e formas de iniciar uma atividade voluntária. Uma sugestão é começar a atuar em atividades nos espaços em que já estão inseridos, como, por exemplo, escola, universidades e entidades religiosas. Nestes locais há a possibilidade de auxiliar em grupos de jovens, movimentos estudantis, centros acadêmicos, movimentos pastorais e oficinas para crianças.

Mais tarde, é possível explorar outros contextos, buscando envolvimento com organizações não governamentais e instituições que trabalham para o enfrentamento das vulnerabilidades sociais.

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