Conheça as novidades nos tratamentos contra as sardas e os cuidados que se deve ter

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As sardas são manchas de cor alaranjadas causadas pelo aumento de melanina na pele, por conta da exposição solar. São conhecidas como efélides e se manifestam geralmente na região da face, mais precisamente no nariz e maçãs do rosto, ombros e colo, em pessoas com a pele muito sensível e clara a exposição do sol.

Antigamente, as sardas eram consideradas motivo de vergonha, porém com o passar do tempo virou moda, antes as pessoas tentavam escondê-las a todo custo, já hoje são consideradas um verdadeiro charme ao visual e existem até alternativas com profissionais para marcar o rosto com sardinhas definitivas. Apesar de ter virado “moda”, quem possui sardas é um indicativo que a pele realmente necessita de um pouco mais de atenção, independentemente do tipo de pele é essencial o cuidado, e com a presença de sardas o cuidado é redobrado.

Surgem em peles claras, principalmente em pessoas loiras ou ruivas que apresentam um maior grau de sensibilidade na pele com tons amarronzados. Ocorre uma elevada produção de melanina, que é uma proteína responsável pela pigmentação da pele, surgindo em áreas que ficam muito expostas ao sol como o rosto, braços, colo e ombros, pois os raios solares atingem de uma forma mais incisiva. Por isso, os cuidados devem se tornar mais reforçados, visto que a pele é extremamente sensível por causa da luz, as sardas podem aumentar com o passar dos anos e também com a exposição solar.

CUIDADOS NECESSÁRIOS

É importante salientar que as sardas não são melasmas e nem são consideradas doenças de pele, ou seja, não fazem mal para a saúde em geral. Sendo necessário que a pessoa se proteja da maneira correta dos raios solares para que elas não aumentem ou escureçam.

É primordial o uso do protetor solar, principalmente quando se tem uma pele mais clara com presença de sardinhas, o ideal é buscar produtos que ofereçam fatores de proteção solar (FPS) de pelo menos 30 ou superior. Atentar ao excesso de coloração e ter atenção redobrada com o protetor solar que irá ser utilizado, várias vezes ao dia, para que assim, não haja evolução e que para evitar que mais sardas apareçam porque a pele se torna propícia para isso. É sempre bom lembrar que ao se expor ao sol sem utilizar o protetor solar pode aumentar o risco de doenças graves, afetando de forma negativa a pele.

Como o meio estético está cada vez mais em evolução, atualmente, já existem alguns tratamentos que podem despigmentar as sardas como por exemplo, alguns tipos de peeling, mas se a pessoa permanecer se expondo ao sol após o procedimento, sem fazer uso do protetor solar a pele irá pigmentar novamente. Outra dica essencial, é para evitar uso de produtos clareadores diretamente nas pintas, se utilizado com menos intensidade poderá amenizar o aspecto das sardas. Porém muitos profissionais não indicam o uso de nenhum desses produtos sem a orientação adequadas. E como já mencionado, há procedimentos que podem clarear as sardinhas, o laser e a luz pulsada auxiliam bastante, sendo necessário o acompanhamento com o dermatologista para orientar o paciente em qual procedimento sua pele melhor irá se adaptar.

Os dermatologistas sempre orientam ao paciente a buscar seguir uma rotina de cuidados adequada para seu tipo de pele, seja para manter as sardas bonitas e a pele saudável. Com produtos de beleza que sejam indicados pelo profissional, além do protetor solar que é muito importante nessa fase.

Para uma melhora global da pele é importante investir em tratamentos que estimulem o colágeno como radiofrequências ou aparelhos de laserterapia e led, como o Venus Delta. O acompanhamento com o profissional é essencial, antes de passar qualquer produto na pele, é importante procurar um dermatologista para realizar a avaliação e indicar o melhor procedimento para o seu tipo de pele.

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