Cresce em 20% número de procura por C-Level no mercado corporativo

Do início de 2021 para cá, houve um aumento de 20% na demanda de empresas por executivos para cargos de alta gestão, os chamados C-levels.

Esse é o percentual constatado pela empresa Future Talent, uma boutique de Recursos Humanos especializado no recrutamento e seleção de executivos para média e alta gestão.

Segundo Marcos Vietri, sócio da Future Talet, esse ano tem sido bastante positivo no quesito de recrutamento e seleção, especialmente no aumento na demanda de C-Level, inclusive em empresas nacionais que estão se profissionalizando como, por exemplo, incorporadora também com forte atuação em projetos horizontais (casas), ou empresa de tecnologia criando um portal de conteúdo com notícias do setor.

“Empresas trazendo executivos de mercado para liderar determinadas áreas do negócio que antes eram tocadas por pessoas mais juniores ou mesmo pelo dono da empresa. Além disso temos visto muitas posições para novos negócios, empresas diversificando os segmentos de atuação”, assinalou Vietri.


Para entender melhor, C-Level faz parte do topo da hierarquia organizacional.

“C-Level basicamente é uma terminologia para designar coletivamente os executivos/diretores de mais alto escalão das companhias, que é responsável pelo orçamento da área, resultado financeiro e operacional, ajudar na manutenção e disseminação da cultura organizacional além de fazer a gestão de equipe. É a pessoa que tem que ser a planejadora/estrategista e ao mesmo tempo a facilitadora para que as coisas aconteçam”, explica Vietri.

Encontrado no topo do escalão das instituições, o C-Level é um termo utilizado para designar coletivamente os executivos sêniores mais altos de uma companhia.

A letra “C” de “chief”, que, em português, significa “chefe”, distingue os executivos considerados mais importantes e influentes.

Até tempos atrás, os fundadores das empresas ocupam essas posições, mas algumas companhias também podem selecionar profissionais internos ou contratar outros para assumirem essas posições.

Em outros casos, dependendo da política interna, a nomenclatura dos “C” pode tomar lugar de vice-presidentes, por exemplo.

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