Custo alto e queda no movimento motivaram fechamento do Poupatempo em Campinas

 Custo alto e queda no movimento motivaram fechamento do Poupatempo em Campinas

Muita gente está criticando o fechamento da agência do Poupatempo da Avenida Francisco Glicério em Campinas, porém a Prodesp, que é responsável pelo serviço, explicou o motivo do encerramento das atividades.

Um deles é o alto valor do aluguel cobrado pelo prédio onde a unidade estava instalada, e o outro é a queda no movimento, já que muita gente está fazendo os pedidos de serviços pela internet.

A Prodesp chegou a ver outros lugares menores, mais baratos, para a mudança da unidade, mas as conversas não avançaram. A unidade do tipo 4.0, que é mais barata foi cogitada, porém com a pandemia do novo coronavirus, a ideia está congelada.


A unidade fechada ainda funcionava em um padrão antigo, que gerava gastos muito altos e estava fora do padrão atual de atendimento. O custo mensal da empresa gestora era de R$ 130 mil mensais.

O número de atendimentos mensais caiu de 160 mil em 2014 para 120 mil em 2019. O que sobrou de demanda será absorvida sem maiores problemas pela unidade do Campinas Shopping.

Em breve, quase todos os serviços já estarão disponíveis na internet. Os únicos que vão continuar necessitando de presença física é a emissão de primeira via de CNH e de RG, por causa da coleta biométrica.

Os comércios nas redondezas do prédio fechado também sentiram e reclamaram, já que vão perder grande parte do movimento, entre eles de cópias de documentos e fotos 3X4.

Da Redação ODC.
Fonte: CBN
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