A mulher que foi indiciada por ter levado um morto a uma agência do Banco do Brasil no Centro de Campinas para fazer a prova de vida no último dia 2 de outubro contesta a versão do caso apresentada pela polícia.

De acordo com a defesa da mulher, Laércio Della Coletta, de 92 anos, teria morrido no hospital, ao contrário do que a polícia diz, de que ele já estava morto há pelo menos 12 horas.

A versão da polícia é a que consta no laudo necroscópico. Apesar disso, a advogada de Josefa de Souza Mathias, de 58 anos, não apresentou a cópia do atestado de óbito para a imprensa.

Ela diz que no atestado de óbito consta que o homem morreu no pronto-socorro do Hospital Mário Gatti, indo de encontro com o padrão, que seria encaminhar o corpo para o Serviço de Verificação de Óbitos, já que Laércio estaria morto.

A advogada de Josefa diz que ela mantinha uma relação estável com Laércio desde o ano de 2009 e que ambos moravam juntos. Funcionários do prédio onde o homem morava na Avenida Francisco Glicério disseram que eles moravam separados.

A prefeitura informou que a morte do idoso foi constatada sim na agência bancária por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Antes, o Samu esteve no local, porém eles não têm autonomia para constatar óbitos.

Da Redação ODC
Leia também: Hopi Hari abre vagas de emprego para diversas áreas; Veja as oportunidades