Número de pacientes atendidos na UPA do Campo Grande em Campinas quase dobrou em seis meses

 Número de pacientes atendidos na UPA do Campo Grande em Campinas quase dobrou em seis meses

Foto: PMC

O número de pacientes atendidos na UPA Campo Grande, que desde janeiro passou a ter médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e assistentes sociais fornecidos por entidade sem fins lucrativos, cresceu 97,7% na comparação entre novembro de 2021 e maio deste ano.


Em novembro, antes das mudanças implementadas pela Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospital com a contratação da entidade sem fins lucrativos Associação Beneficente Cisne, a UPA atendeu 5.712 pacientes. Já em maio, 11.296, praticamente o dobro.

Os procedimentos de enfermagem, como a aplicação de medicação, subiram de 7.924 para 10.542, um aumento de 33%; a aferição de pressão arterial cresceu 91,4% (de 4.376 para 8.376), enquanto raio x de tórax cresceu 43%, de 570 para 814 procedimentos. O crescimento ocorreu em função de pacientes com sintomas respiratórios e também com outras queixas, que passaram a buscar a unidade com a melhora na estrutura de atendimento.

Além das melhorias à população, como o aumento no número de pacientes atendidos, redução do tempo de espera e cobertura de forma contínua das escalas dos profissionais, projetos puderam ser implantados para a melhoria dos processos de trabalho.

Em parceria da Associação Beneficente Cisne com a UniHealth, que faz a gestão de insumos e medicamentos da Rede Mário Gatti, foi implantada a rastreabilidade das medicações do carrinho de parada, dispensação de medicação por paciente para a sala de medicação, e criação e dispensação de kits de cateter venoso central, sonda vesical, intubação orotraqueal, drenagem de tórax e kit parto.

Essas ações de monitoramento e controle trouxeram resultados em termos de organização da unidade, que não conta mais com estoques descentralizados nas salas de medicação e retaguarda, e trouxe redução importante nos custos com medicamentos e materiais utilizados.

As mudanças geraram impactos positivos na assistência, com redução do tempo de preparo, menos manipulação, aumento na biossegurança da equipe e de pacientes. Está em andamento a instalação de uma sala para capacitação e treinamentos que será utilizada pela equipe multidisciplinar, inclusive para treinamentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

As informações são da Prefeitura de Campinas.
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