Polícia Civil prende quadrilha que aplicava golpe do falso empréstimo

 Polícia Civil prende quadrilha que aplicava golpe do falso empréstimo

A Polícia Civil de São Paulo prendeu 28 pessoas em apoio a uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Paraná, nesta quarta-feira (7), para desarticular uma organização criminosa voltada a golpes do falso empréstimo. No estado paulista, as atividades ocorreram na Capital, região metropolitana, interior e litoral.

De acordo com as investigações, o grupo é responsável por cometer crimes em todo o Brasil, somando um prejuízo superior a R$ 30 milhões. Por isso, foi organizada a ação conjunta, visando o cumprimento de 108 mandados judiciais por meio da mobilização de 250 agentes.

Em São Paulo, os trabalhos ocorreram na própria capital e nas cidades de Santo André, Campinas, Ribeirão Preto, Getulina, Praia Grande e Mirandópolis. Como resultado, 28 pessoas foram capturadas em cumprimento a mandados de prisão temporária, sendo uma delas também autuada em flagrante por posse ilegal de arma de fogo com identificação suprimida, no município do litorâneo.


Do total de prisões, 24 ocorreram na cidade de São Paulo, culminando na detenção de 14 mulheres e 10 homens por equipes da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco), da 8ª Delegacia Seccional de Polícia. Além disso, também foram apreendidos R$ 70 mil em espécie e três veículos de luxo.

No Paraná, os trabalhos permitiram prender 13 criminosos e cumprir ordem judicial para o bloqueio de R$ 30 milhões das contas bancárias dos investigados.

Todos os detidos irão responder por estelionato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsificação de documento público e particular.

O golpe

De acordo com as investigações da PCPR, a organização criminosa cometia os crimes usando uma página na internet criada por eles para atrair vítimas interessadas em empréstimos bancários.

Ao ser convencida pelo atrativo, a pessoa preenchia dados e, na sequência, recebia uma ligação dos suspeitos, que se passavam por funcionários do banco. Durante essa conversa, os criminosos exigiam um depósito prévio para liberação do dinheiro e depois induziam a vítima a realizar outras transferências até perceberem o golpe.

As informações são da Secretaria Estadual de Segurança Pública
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