Procon de Hortolândia dá dicas para consumidores reutilizarem materiais escolares

 Procon de Hortolândia dá dicas para consumidores reutilizarem materiais escolares

Nesta época do ano, pais de alunos matriculados na rede de ensino particular recebem a lista das unidades de ensino para a compra do material escolar.

O Procon (Programa de Defesa e Proteção) de Hortolândia, órgão vinculado à Prefeitura de Hortolândia, contribui com dicas para orientar o consumidor a economizar nesta tarefa, principalmente neste momento em que os materiais escolares pouco foram usados no ano passado, por conta da pandemia, e podem ser reaproveitados.

De acordo com o órgão, os preços dos materiais escolares sobem consideravelmente nesta época se comparados com outros períodos.

“Antes de ir às compras, o consumidor deve verificar se sobrou algum material do ano letivo passado, ainda mais que, em 2020, o material foi pouco utilizado e sobraram muitas peças que podem ser reutilizadas agora evitando desperdícios”, orienta Ana Paula Portugal Ferreira, diretora do Procon municipal.


Outra orientação importante é conversar com os diretores das escolas caso a lista de materiais escolares deste ano seja diferente da lista do ano passado.

“Se tiver mais itens para compras que a do ano passado, os responsáveis podem entrar em contato com os diretores das escolas para questionar a necessidade destas novas compras e viabilizar uma forma de reaproveitar os itens, já que o momento é de economizar”, ressaltou Ana Paula.

Pesquisas de preços em diferentes estabelecimentos comerciais também são recomendadas pelo Procon.

De acordo com o órgão, o consumidor pode guardar todo material publicitário que comprove a oferta de algum produto, bem como propagandas para comprovar os preços e compará-los no momento das compras.

Além disso, segundo o órgão, é considerada abusiva a cobrança de taxa de material escolar sem a apresentação de lista por parte da instituição de ensino.

De acordo com a Lei Federal 12.886 de 2013, as escolas não podem incluir na lista materiais de uso coletivo, higiene e limpeza, ou até mesmo cobrar taxas para suprir despesas com água, energia, telefone e impressão.

Por fim, sempre que o consumidor fizer alguma compra, deve exigir a nota fiscal.

“O consumidor pode recusar a nota caso os produtos não estejam devidamente descritos, estando relacionados apenas os códigos dos itens, o que dificulta a identificação”, orienta Ana Paula.

Em caso de mais informações, orientações ou para registrar reclamações, o consumidor deve ir ao Procon de Hortolândia, que fica dentro do HORTOFÁCIL, localizado na rua Argolino de Moraes, 405, Vila São Francisco. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h.

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