Família de policiais faz parte de mais da metade de efetivo de cidade do interior paulista

 Família de policiais faz parte de mais da metade de efetivo de cidade do interior paulista

O grupamento da Polícia Militar da cidade de Avaí, no interior de São Paulo, tem mais da metade do efetivo formado por pessoas de uma mesma família.

Cabo Bruno Eduardo Piccini, cabo Milton Piccini Júnior, 2.º sargento Victor Hugo Piccini, cabo reformado Milton Piccini, 1.º sargento Silvano Galbiati Piccini, aluno sargento Gabriel Piccini Santos e cabo Diogo Piccini Vieira. São sete homens da mesma família e cinco deles estão em Avaí.

Comandante do Grupamento PM de Avaí, o 1.º sargento Silvano Galbiati Piccini conta que o seu tio, o cabo reformado Milton Piccini, de 69 anos, foi o primeiro a optar pela carreira militar. O homem passou a atuar na corporação em 1979 e se aposentou em 2001, permitindo que trabalhasse com o filho, o cabo Milton Piccini Júnior, de 43.


O cabo Júnior, por sua vez, se juntou à PM em 1999. Três anos depois, o 1.º sargento Piccini, de 41, tomou a mesma decisão.

Irmão do cabo Júnior, o cabo Bruno Eduardo Piccini, de 39, entrou em 2003. Em 2005, o cabo Diogo Piccini Vieira, de 32, sobrinho do cabo reformado Milton Piccini, passou a atuar junto à corporação. Mais para a frente, em 2011, o 2.º sargento Victor Hugo Piccini, de 35, filho do cabo reformado, também optou pela carreira. Por fim, o aluno sargento Gabriel Piccini Santos, de 23, sobrinho de Milton, se juntou à PM em 2015.

Com exceção do cabo reformado e do 2.º sargento Victor Hugo Piccini, que atua junto ao 13.º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), em Bauru, todos os outros trabalham no Grupamento PM de Avaí.

Para completar, o aluno sargento Gabriel Piccini não deve ser o último a se juntar à corporação. “Eu tenho dois filhos gêmeos no 3.º ano do Ensino Médio e eles estão estudando para o Barro Branco. Além disso, um priminho nosso, o pequeno Arthur Nogueira, de 5, adora a polícia. Tanto que a sua mãe precisou mandar fazer uma farda que ele não tira do corpo”, ou seja, o ciclo irá continuar.

Da Redação ODC.
Fonte: Jornal da Cidade de Bauru
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