História do Transporte Ferroviário em Campinas | Capítulo 06

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O primeiro trecho do Veículo Leve sobre Trilhos de Campinas contemplava apenas uma via permanente e três estações: Barão de Itapura, Jardim Aurélia e Vila Teixeira.

O cartaz que fez o anúncio do novo sistema de transporte da cidade mostrava uma realidade um tanto quanto diferente, pois várias estações estavam lá, mas algumas nem saíram do papel.

A implantação da via permanente e a terraplanagem de vários trechos foram feitos a toque de caixa, em uma velocidade bastante incomum para obras públicas.

Após a abertura do primeiro trecho para a circulação, a segunda via foi sendo implantada de forma gradual, em paralelo a outras estações antes e depois das iniciais.

A Estação Central foi construída em uma estrutura provisória, toda de metal e madeira, no final da plataforma de embarque e desembarque da FEPASA, mas foi aberta apenas depois da inauguração.

As primeiras composições foram entregues para a municipalidade pela COBRASMA S/A em nome da compradora, no caso a FEPASA. A pintura levava o logo do governo Jacó Bittar, mesmo dos ônibus urbanos.

Foi acertado que no início o VLT não teria cobrança de tarifa, ou seja, a FEPASA iria subsidiar toda a operação no começo para que a população pudesse conhecer o modal de perto.

A inauguração foi agendada e a população participou de perto. O governador do Estado, Orestes Quércia, responsável pela implantação do VLT, esteve presente e chegou a conduzir uma das composições.

As estações ainda não estavam totalmente prontas, mas a inauguração foi feita. A operação começou tempos depois, e como dito acima, sem cobrança de tarifa.

As composições saíam de Barão de Itapura e iam até Vila Teixeira, voltando de lá. Meses depois o trem passou a atender também a Estação Central.

Veja no próximo capítulo a operação inicial do VLT e a expansão das estações.

Da Redação ODC.
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