As mudanças e melhorias no transporte público de Campinas até o presente momento são apenas promessas vindas da Emdec e da Prefeitura. Tudo é apostado na licitação do setor.
Mas o que interessa para a população é o que vai mudar, o que vai acontecer depois que os novos contratos forem assinados, se haverá melhorias ou se ficará tudo na mesma.
Na verdade quase não há nem o que piorar de tão ruim que a situação está no momento. Linhas completamente bagunçadas, interferência política e frota em más condições são alguns dos pontos.
Caso dê tudo certo, não haja problemas judiciais e as empresas interessadas entreguem os documentos necessários para o processo licitatório, até na última semana do mês de fevereiro começa o processo de transição.
Primeiramente as empresas escolhidas precisam ser homologadas pela área jurídica da prefeitura. Estando tudo certo, será assinado o contrato de prestação de serviço.
A partir disso, já por volta de abril, começa efetivamente a transição do atual sistema para o novo, levando cerca de 180 dias para que as novas empresas assumam as linhas.
Nesse período já deverão ser colocados para rodar alguns novos ônibus, ou ao menos seminovos, trocando a frota mais velha atualmente em operação.
Independente de quem vencer o certame da licitação, a troca de frota deverá ser um pouco lenta e gradual. Até o final do ano a cidade deverá ter um considerável número de veículos novos em operação.
A transição de linhas para as novas empresas deverá acontecer primeiro, pelo menos até o meio deste ano. Novas cores vão estampar os coletivos, provavelmente inclusive os que ainda estão em operação.
No começo será um pouco bagunçado, com ônibus de mais de uma cor circulando dentro de áreas operacionais específicas, mas depois isso deverá ser organizado de forma gradual.
Em resumo: o transporte de Campinas deverá ter alguma melhora notável apenas no final deste ano. Considerando que o processo licitatório terá êxito. Caso contrário, algo novo somente em 2027.
Da Redação ODC.
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