A ingerência da Prefeitura de Campinas atingiu níveis nunca antes imagináveis. A cidade não consegue entregar uma obra dentro do prazo prometido.
A obra do BRT foi o maior exemplo disso. As desculpas dadas foram as piores possíveis. Para piorar, a Câmara dos Vereadores se fez de cega, como sempre.
Para não dizer que não tomou providências, uma audiência pública chegou a ser realizada, mas como as cartas já estavam marcadas, tudo acabou ficando por isso mesmo.
A secretaria alegou que houve problemas com uma das empreiteiras, depois disse que faltaram peças e materiais, ou seja, uma desculpa pior do que a outra.
Depois o problema passou para o Mercado Municipal. Todo mundo sabe como é o piso da região central da cidade, que o solo é um verdadeiro brejo, mas a prefeitura quis transpassar isso para a população como uma descoberta de outro mundo.
Houve um atraso absurdo e ninguém, absolutamente ninguém, cobrou nada a respeito. A Câmara se calou diante do escândalo que se escalava na cidade diante de tal atraso.
Passado quase um ano, a obra foi entregue a toque de caixa, com vários problemas, sobretudo de infiltração. Mesmo assim, tudo ficou como se nada tivesse acontecido.
Agora, o problema estão os famigerados piscinões da prefeitura. As obras, conforme já previsto pelo ODC, vão atrasar absurdamente, e fica tudo dito pelo não dito.
Ninguém cobra absolutamente nada. Onde estão os nobres vereadores para questionar a municipalidade a respeito disso. Por quê o secretário continua no cargo e com prestígio, mesmo com tantos problemas e dinheiro indo embora pelo ralo?
Alguma coisa errada tem aí, mas com uma Câmara subserviente, talvez nunca a população saberá o que se passa.
Da Redação ODC.
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