Campinas 249 anos – Uma pobre cidade abandonada, sobretudo no Centro


Abandono. Esse é o cenário da cidade de Campinas, sobretudo no Centro, com muita sujeira, mendicância e aparência da falta de qualquer controle.

O calçadão da Rua 13 de Maio, já chamado de Convívio Público no passado, hoje não passa de um enorme dormitório a céu aberto, com muito cheiro forte de urina e marmitas jogadas para todos os cantos.

O plano de recuperação do Centro passa de governo para governo e nada é executado. Enquanto isso, vários comércios fecham as portas e deixam a região ainda mais abandonada.

Não pode-se dizer que os calçadões não são limpos, pois logo pela manhã costuma-se jogar água para ao menos começar o dia limpo, mas no final da noite tudo volta a ser como era antes.

Além disso, os furtos e assaltos tomaram conta da região, colocando medo nos clientes e os espantando para os shoppings, localizados nos extremos da cidade.

Os sanitários públicos viraram verdadeiros chuveiros, com moradores em situação de rua simplesmente tomando banho nas torneiras que deveriam ser usadas apenas para higienização depois do uso dos vasos.

Os contêineres sanitários da 13 de Maio vivem mais fechados do que abertos, com a velha desculpa da “falta de água”, sem solução definitiva.

Para piorar, a Avenida Campos Salles, que está sendo reformada, virou um enorme brejo, com pessoas correndo riscos de atropelamento e queda, com caos no trânsito de veículos e pessoas.

Fim da reforma? Só no aniversário de Campinas do ano que vem, ano de eleição. Será que o prefeito vai fazer show lá também? Pois o que se menos vê é ele nas ruas.

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