Campinas não poderá mais depositar lixo no aterro sanitário de Paulínia e procura outro local


A cidade de Campinas terá que procurar um novo aterro sanitário para depositar seu lixo, já que o contrato com o aterro da empresa Estre, localizado em Paulínia, vence em março e não vai poder mais ser renovado.

A licitação do contrato do lixo está em andamento e uma nova empresa poderá passar a cuidar do serviço na cidade. O mesmo consórcio de empresas faz o serviço desde 2000, mudando apenas de nomes.

A Renova Ambiental, consórcio que administra o serviço na cidade, teve o contrato renovado por seis meses enquanto o pregão não sai. Se ninguém se interessar, a Estre também terá seu contrato renovado, mas por mais um ano.

Campinas tem que mandar seu lixo para outra cidade pois o aterro Delta A está fechado desde 2014 por ter atingido a capacidade máxima de depósito de resíduos, porém desde então a montanha de lixo murchou e a prefeitura pediu autorização à Cetesb em 2016 para reativar o espaço, mas o Ministério Público, como sempre, questionou e o processo está parado na Justiça.

No local tem uma estação de transferência de lixo, de onde são levados para o aterro da Estre em Paulínia. Campinas produz cerca de 1500 mil toneladas de lixo por dia.

As empresas interessadas em administrar o serviço de coleta de lixo de Campinas poderão enviar suas propostas até o dia 6 de março. O contrato é de 30 anos para uma parceria público-privada e custará mais de 10 bilhões de reais. Até o momento três empresas se interessaram.

Da Redação ODC.

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