Conheça os quatro piores secretários de transporte da história de Campinas. Adivinha quem está na lista?

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O transporte coletivo de Campinas sempre teve seus altos e baixos, mais baixos do que altos, mas isso também acontece por conta da experiência (ou inexperiência)
do secretário de transportes. Campinas teve quatro de péssima qualidade técnica e concorrem ao título de piores secretários da história.

O primeiro é Amando de Queiroz Telles Coelho, do governo Francisco Amaral (1997-2000). Só foi exonerado depois de uma comissão da Câmara investigar
irregularidades dele na presidência da Emdec. Ele foi responsável pela pior crise do transporte coletivo da cidade, onde a frota ficou sucateada, a tarifa congelada por três
anos e as ruas entupidas de perueiros clandestinos circulando com verdadeiras carcaças sobre rodas.

O segundo foi seu sucessor, Henrique Carlos Horta Filho. Engenheiro rodoviário, completou o mandato de Francisco Amaral. Quando foi contratado, nem conhecia o
prefeito e só tinha vindo a Campinas uma vez. Não fez nada pela cidade e o transporte continuou sucateado e cheio de perueiros clandestinos.

O terceiro foi o médico veterinário Sérgio Benassi, no começo da gestão Jonas Donizette. Começou ruim pois não fez absolutamente nada para melhorar o transporte da
cidade e saiu em pouco tempo, pelo bem (ou mal) da cidade, já que seu sucessor…

O quarto é o atual secretário, Carlos José Barreiro, engenheiro elétrico e ex-funcionário da CPFL, no cargo desde fevereiro de 2014. Não fez absolutamente nenhuma
melhoria para o setor de transportes, esteve envolvido em várias polêmicas, todas abafadas pelos apadrinhados políticos do prefeito Jonas Donizette e ainda iniciou com
atraso a obra dos corredores BRT, que não vão ser entregues no prazo conforme já comprovado e relatado pelo ODC. Foi o secretário que menos entregou ônibus novos
ao longo de seis anos à frente da secretaria. Nesse tempo não houve renovação nem de 40% da frota de ônibus.

E você, qual secretário acha que foi o pior?

Da Redação ODC.