A licitação do transporte coletivo urbano de Campinas acabou de ser suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Recheado de irregularidades, conforme já vinha apontando o ODC nos últimos dias, a formação dos consórcios vencedores está sob suspeita.
O principal ponto, conforme já vinha sido adiantado pelo ODC há semanas, mesmo com a prefeitura negando tudo, é justamente a inconsistência patrimonial das consorciadas.
O consórcio vencedor do Lote Norte chegou a divulgar uma nota à imprensa informando que está tudo ‘correto’ e ‘dentro da legalidade’, porém não é o que a apuração mostra.
Há também a possibilidade de inconsistência patrimonial e incapacidade operacional de uma demanda como a de Campinas. Isso também foi adiantado pelo ODC.
O documento do TCE mostra as interconexões entre todos os participantes do certame, mostrando uma eventual trama com a conivência da municipalidade.
Por isso, o TCE pediu justificativas e esclarecimentos por parte da prefeitura. Na primeira vez, foi dada uma resposta bastante debochada por parte da municipalidade, como se estivesse ‘tudo certo’.
Agora, com a suspensão, a prefeitura deverá levar mais a sério essa situação. Foram dados 10 dias para que o prefeito Dário Saadi responda aos questionamentos do TCE. Até lá, o processo fica suspenso.
HISTÓRICO.
Há várias semanas o ODC vem mostrando as irregularidades no processo licitatório através de matérias consistentes, cada uma sendo rebatida pela prefeitura em notas vazias e vídeos inconsistentes.
Além da possibilidade da formação de cartel, a Emdec deu prazos sem pé e nem cabeça para a interposição de recursos, após o leilão, cerceando o direito de defesa ou de questionamento dos munícipes.
Da Redação ODC.
Leia também: A licitação do transporte coletivo urbano de Campinas acabou de ser suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Recheado de irregularidades, conforme já vinha apontando o ODC nos últimos dias, a formação dos consórcios vencedores está sob suspeita.
De acordo com o documento publicando com o despacho pelo Tribunal de Contas, há vários problemas apontados, como falta de prazos adequados e inconsistências nos consórcios.
O principal ponto, conforme já vinha sido adiantado pelo ODC há semanas, mesmo com a prefeitura negando tudo, é justamente a inconsistência patrimonial das consorciadas.
O consórcio vencedor do Lote Norte chegou a divulgar uma nota à imprensa informando que está tudo ‘correto’ e ‘dentro da legalidade’, porém não é o que a apuração mostra.
Há também a possibilidade de inconsistência patrimonial e incapacidade operacional de uma demanda como a de Campinas. Isso também foi adiantado pelo ODC.
O documento do TCE mostra as interconexões entre todos os participantes do certame, mostrando uma eventual trama com a conivência da municipalidade.
Por isso, o TCE pediu justificativas e esclarecimentos por parte da prefeitura. Na primeira vez, foi dada uma resposta bastante debochada por parte da municipalidade, como se estivesse ‘tudo certo’.
Agora, com a suspensão, a prefeitura deverá levar mais a sério essa situação. Foram dados 10 dias para que o prefeito Dário Saadi responda aos questionamentos do TCE. Até lá, o processo fica suspenso.
HISTÓRICO.
Há várias semanas o ODC vem mostrando as irregularidades no processo licitatório através de matérias consistentes, cada uma sendo rebatida pela prefeitura em notas vazias e vídeos inconsistentes.
Além da possibilidade da formação de cartel, a Emdec deu prazos sem pé e nem cabeça para a interposição de recursos, após o leilão, cerceando o direito de defesa ou de questionamento dos munícipes.
Da Redação ODC.
Leia também: ODC adianta o que irá acontecer com a licitação do transporte em Campinas; diante das suspeitas de irregularidades





